dezembro 3, 2016
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Apertando…Song Of The Deep
Song of the Deep é sobre a menina Merryn e a busca por seu pai no fundo do oceano, aventura imperdível no melhor estilo metroidvania.

Apertando…Song Of The Deep

Aventura Submarina
Transmutado por ED! em 21-12-2016! Uuhuuu!
apertadores

Amigos apertadores, eu sempre tive uma certa fascinação pelo fundo do mar. Não falo de dar um mergulho e nadar com os peixes, falo do fundo mesmo, onde ficam os navios naufragados, as civilizações perdidas, onde a luz quase não chega e onde vivem criaturas para lá de bizarras. E se você curte jogos explorar um mundo submerso no melhor estilo metroidvania, considere colocar Song of the Deep na sua lista de jogatinas.

Entendendo metroidvania

Metroidvania é um gênero de jogo que oferece um mundo não linear para ser explorado, cheio de itens e quebra-cabeças. Não linear se refere a possibilidade de ir e voltar livremente por diversas áreas do jogo sem uma ordem específica. Não é um mundo totalmente aberto como é comum hoje em dia, mas pense nisso como o precursor dos mundos abertos na era dos bits, foi algo revolucionário e que marcou bastante. O termo metroidvania faz referência a dois jogos bem famosos, o Metroid da Nintendo e ao Castlevania da Konami.

Afinal do que se trata

Merryn é uma menina de 12 anos que ama muito seu pai, um pescador e contador de histórias. Um belo dia ele sai para pescar e não retorna para casa, e Merryn passar e ter visões de seu pai preso no fundo do mar. Convencida de que as visões são verdade, ela constrói um mini submarino e parte rumo ao oceano determinada a encontrar seu pai, e é aí que começa essa incrível aventura submarina.

Literalmente Imersivo

O mundo de Song of The Deep é vasto e oferece cenários incríveis, criaturas fantásticas, civilizações perdidas e uma história que apesar de simples tem início, meio e fim. Foi um dos poucos jogos que tive a chance de jogar esse ano e valeu cada minuto do meu tempo. Joguei do início ao fim e terminei com aquela sensação de “WOW, jogão”. Mas por que será? O que ele tem de diferente?

Várias coisas, a começar pela protagonista Merryn. Quantos jogos tem como heroína uma menininha de 12 anos? Merryn é uma menina inteligente e divertida como muitas outras crianças. Poderia ser minha filha ou sobrinha. E aí está um dos méritos do jogo, é fácil se identificar com ela e formar um elo emocional, de forma que no decorrer do jogo eu realmente queria saber o que aconteceu com o pai dela. Isso não é algo fácil de conseguir, o último jogo que me fez sentir isso foi The Last of Us.

E não se engane! Apesar da história ter um narrador e ser contada em boa parte no estilo livro infantil, Song of the Deep não é um jogo infantil como Castle of Illusion por exemplo. No fundo do mar o bicho pega e não tem moleza, tem luta, tristeza e tragédia, mas não tem violência gratuita. Sendo bem realista os combates são apenas ok, mas também são as partes menos relevantes do jogo. O foco é explorar, resolver os quebra-cabeças e solucionar os mistérios do oceano.

Pilotando o submarino

Demorei um pouco para me acostumar aos controles. Tudo ocorre no fundo do mar, então a física do jogo é toda afetada pela água. Na prática isso quer dizer que o submarino se move de forma mais arrastada e pesada, e coisas como inércia e velocidade tem uma pegada diferente embaixo d’água. Mas é uma rápida questão de adaptação. O submarino é para lá de versátil e tem muitos upgrades que são comprados ou encontrados em áreas escondidas.

E voltando ao termo metroidvania, áreas escondidas não faltam no mapa do jogo. Quando não escondidas, áreas inacessíveis até que você consiga um upgrade que torne o acesso possível. Em outras áreas a Merryn precisa sair do submarino para poder ter acesso.

O fundo do mar é belo!

Eu tive o prazer de jogar Song of the Deep no PC com toda a configuração no talo, e foi um show visual. Não é o jogo tecnicamente mais bonito que já vi ou com as melhores texturas, mas a estética do jogo é fantástica. O mundo de Song of the Deep é baseado nas mitologias irlandesas e o visual reflete uma mistura de realismo com conto de fadas que ficou literalmente surreal. Deu gosto de ver, me peguei voltando a diversas áreas do jogo só para perceber os detalhes.

A trilha sonora casa bem com o ambiente do jogo e é toda orquestrada. No geral são melodias calmas e lentas, exceção as músicas dos chefes de fase. Aliás como já mencionei, o foco não está na ação, e nesse ponto realmente achei que o jogo ficou devendo, os chefes de fase são poucos e fáceis demais. Faz um tempinho que joguei, mas de cabeça são uns 2 ou 3 apenas.

Pequenos Times, Grandes Jogos

Um time de 15 pessoas foi responsável por todo desenvolvimento de Song of the Deep. Para os padrões de hoje isso é um time pequeno, tamanho de estúdio indie, mas o jogo foi desenvolvido pela Insomiac Games (Ratchet & Clank, Spyro, Resistance 2 e 3) e publicado pela GameStop para Playstation 4, Xbox One e Rosa Arrais Comunicação, em especial o Caio Matta pela parceria e pelo código do Steam que tornou esse review possível.

E você meu amigo apertador, já jogou Song of the Deep? Deixe seu comentário aqui ou na nossa fã page no facebook e até semana que vem!

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